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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

MOTIVAÇÃO E DESEMPENHO - OS 3 BOBOS

O Ingênuo, O Esperto e o Sábio

“Final de ano é momento de refletir sobre o que fazer ou mudar para alcançar nossos objetivos”

A sabedoria Zen indica que através da espiritualidade realizamos descobertas fundamentais em nossas vidas. O caminho é o autoconhecimento. Segundo essa filosofia, existem três tipos de pessoas: os “Bobos ingênuos”, os “Bobos espertos” e os “Bobos sábios”. Independentemente da nossa idade, do cargo ou posição social que ocupamos, ou do nível de escolaridade, nós nos classificamos em uma dessas categorias. Sempre haverá “Ingênuos”, “Espertos” e “Sábios”.

É preciso entender o que caracteriza cada um desses tipos, e saber como evoluir dentro dessas fases.

Bobos ingênuos são aqueles sem experiência e sem consciência de suas limitações, eles nem sabem que não sabem. Bobos espertos são os que pensam que sabem tudo. E Bobos sábios são aqueles que já superaram a fase da “esperteza” e descobriram, pela inteligência e pela humildade, que a aprendizagem dura a vida toda: são abençoados com a sabedoria.

Vamos conhecer um pouco de cada um:

O Bobo Ingênuo

É a primeira fase do conhecimento. São assim as Crianças e os recém-contratados das empresas. O Bobo ingênuo vive uma fase de muito aprendizado, não tem preconceitos e não se importa com as cobranças, pois tem sede de aprender.

Até mesmo nos relacionamentos afetivos se vive essa fase: as pessoas procuram se conhecer melhor e descobrir hábitos e manias umas das outras para construir uma intimidade mútua, base para o amor e a cumplicidade.

Pessoas inexperientes são bobas sim, mas essa pouca experiência é temporária, pois após um rico período de aprendizado elas irão evoluir rapidamente na vida e na carreira, livres para aprender, sem cobrança.

O Bobo Esperto

Após a fase de aprendizagem, típica dos iniciantes, o Bobo ingênuo se transformar em uma pessoa experiente. Mas a experiência acaba por turvar sua mente. Ele perde a humildade e a soberba acaba por transformá-lo no Bobo esperto. Geralmente, ele para de buscar a aprendizagem, pois considera seu atual nível de conhecimento e experiência suficientes. Deixa de prestar atenção ao que ocorre a sua volta e de buscar o conhecimento contínuo, pois se acha muito esperto.

É uma fase perigosa, pois a pessoa fica estagnada e perde muitas oportunidades. Caem na armadilha do Bobo esperto e passam anos na “areia movediça” do crescimento pessoal.

O Bobo Sábio

Nesta fase a pessoa toma consciência de suas limitações e aprende a conviver com elas. Descobre que o processo de aprendizado é para o resto da vida e cria o hábito de buscar o conhecimento continuamente. Elas crescem e conquistam a sabedoria própria dos espíritos evoluídos.

O Bobo sábio é experiente e humilde o bastante para se manter atento às inovações, às tendências, à realidade em que vive e à necessidade de aperfeiçoamento contínuo.

Nem todos vivem as três fases

Quantas carreiras são desperdiçadas, casamentos desfeitos e amizades perdidas, simplesmente pelo fato de as pessoas não conseguirem evoluir da esperteza para a sabedoria?

Muitos caem na armadilha da esperteza, ficam cegos pela arrogância, acham-se superiores e autosuficientes, e perdem a “fome” de continuar buscando a evolução e o aperfeiçoamento pessoal.

É preciso ter inteligência e se tornar um Bobo sábio, pois a natureza é especialmente generosa com esses Bobos. Eles conseguem criar um estilo de vida que lhes permite produzir mais com menos esforços. São mais felizes, mais produtivos e mais úteis à sociedade.

Seja qual for o estágio em que você se encontre, aproveite o final de ano para Refletir e Evoluir.

Feliz Ano Novo!

Ari Lima

www.arilima.com

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Inteligência Emocional é Fator de Sucesso


Inteligência Emocional é Fator de Sucesso

Segundo estudos realizados pelo psicólogo Daniel Goleman, autor do livro “A Inteligência Emocional”, (Editora Campus/Elsevier, 1995), 90% da diferença entre as pessoas que obtém grande sucesso pessoal e profissional, e aquelas com desempenho apenas mediano, se deve a fatores relacionados a competências comportamentais, mais do que às habilidades aprendidas na escola.

O conjunto destas competências é o que podemos chamar de Inteligência Emocional. Elas têm cinco componentes principais:

Autopercepção – que é a capacidade das pessoas conhecerem a si próprias, em termos de seus comportamentos frente às situações de sua vida social e profissional, além do relacionamento consigo mesmo.
Autocontrole – ou capacidade de gerir as próprias emoções, seu estado de espírito e seu bom humor.
Auto-motivação – capacidade de motivar a si mesmo, e realizar as tarefas e ações necessárias para alcançar seus objetivos, independente das circunstâncias.
Empatia – habilidade de comunicação interpessoal de forma espontânea e não verbal, e de harmonizar-se com as pessoas.
Práticas sociais – capacidade de relacionamento interpessoal e de trabalho em equipe.

Analisando estes fatores comportamentais que compõem a inteligência emocional, percebemos que eles estão intimamente relacionados ao sucesso e às realizações pessoais.

Em qualquer área da atividade humana, pessoas com estrutura emocional sólida, conseguem melhor produtividade, e, por isto, destacam-se entre as demais.

Um esportista que não estiver bem, emocionalmente, mesmo sendo um atleta de destaque, dificilmente obterá vantagem sobre aquele que se apresentar com alto quociente emocional. Também nas empresas ocorre o mesmo, o profissional instável emocionalmente, tem sua produtividade prejudicada ao desempenhar suas funções.

Existe um estudo do professor John Kotter, da Universidade de Harvard, apresentado no livro As Novas Regras. Ele acompanhou um grupo de 115 alunos desta universidade, durante 20 anos, após sua formatura em 1974. Comparou o desempenho profissional deles ao final do período, com as notas obtidas pelos mesmos, ao concluírem o curso. O resultado, ao contrario do que se esperava, mostrou que não havia ralação positiva entra as notas obtidas, e o sucesso pessoal e profissional alcançado pelos participantes. Ou seja, os melhores alunos não foram os que obtiveram maior sucesso pessoal e profissional.

Baseado nos estudos atuais é possível afirmar que a Inteligência Emocional tem maior impacto na realização pessoal, profissional e na felicidade de uma pessoa, do que o QI, quociente de inteligência. Por isto é tão importante aprendermos a desenvolver nosso quociente emocional, ou QE.

No entanto, surge uma questão: é possível desenvolver a Inteligência Emocional? E como fazer para desenvolver esta habilidade tão importante?

Desenvolvendo a Inteligência Emocional

Um programa para desenvolver a inteligência emocional de uma pessoa, precisa cumprir as seguintes etapas:

Relacionar as principais competências comportamentais desta pessoa em relação ao seu contexto, pessoal e profissional.
Fazer uma avaliação destes comportamentos, comparando o grau atual destas competências, com o grau desejável naquele contexto.
Executar um treinamento, em relação aos comportamentos pouco desenvolvidos, com ações práticas.
Controlar os resultados até conseguir atingir as metas pretendidas.


Depois de saber quais os pontos fortes e as limitações, a pessoa deve ser orientada a desenvolver as competências comportamentais que mais estão prejudicando seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Habilidades como empatia, flexibilidade, espírito de liderança, poder de persuasão, motivação, comunicação e relacionamento interpessoal, entre outras, devem fazer parte do programa de desenvolvimento de sua Inteligência Emocional.

É preciso que a pessoa faça uma planilha com as competências que precisa desenvolver e aproveite todas as situações de sua vida pessoal e profissional para praticá-las.

Treinando, treinando, treinando

É como andar de bicicleta, é preciso praticar até tornar estas competências algo natural em sua vida. Se alguém tem dificuldade de falar em público, e esta competência é fundamental para o desenvolvimento de sua carreira, então será preciso praticar esta atividade até tornar-se espontânea.

Segundo pesquisas, o cérebro emocional aprende através de experiências repetidas. Portanto, depois de identificar seus pontos fracos, é preciso centrar forças neles até desenvolvê-los. É necessário enxergar as oportunidades do dia a dia para praticar suas competências em desenvolvimento.

Quem precisa desenvolver a Inteligência Emocional

Todas as pessoas se beneficiarão ao desenvolver sua Inteligência Emocional. Estudantes conseguirão melhor aproveitamento na escola. Jovens terão melhores condições de conseguir seu primeiro emprego, e construí uma carreira de sucesso desde o início. Profissionais terão melhores oportunidades de crescimento e condições de assumir cargos de chefia. Chefes terão melhores condições de liderar suas equipes. Enfim, a Inteligência Emocional poderá ser a diferença entre uma trajetória bem sucedida, com uma vida cheia de realizações, ou uma carreira medíocre.

Por isto, sugerimos a todas as pessoas: profissionais, estudantes, médicos, executivos e empresários, que busquem identificar seus pontos fortes e pontos fracos em relação à Inteligência Emocional, e desenvolvê-los da melhor forma possível. Lembre-se que nunca é tarde para o crescimento pessoal.

Ari Lima
http://www.arilima.com/

Coaching

Coaching
Coaching é uma ferramenta de apoio pessoal e profissional que ajuda o coachee (cliente) no processo de desenvolvimento de competências, focado em ações para a realização de suas metas, objetivos e sonhos. Coaching é um processo de investigação, tomada de consciência, aprendizado e planejamento, culminando com a criação de ações práticas e desafiadoras, onde o coachee está preparado para lidar com obstáculos com maior maestria mental e emocional. Objetivo:O Coaching busca a descoberta pessoal de fraquezas e qualidades e aumento da capacidade de responsabilizar-se pela própria vida com estrutura e foco. O processo de coaching desenvolve habilidades específicas para que as pessoas possam atingir objetivos em áreas-chave na vida pessoal, nos negócios e na empresa, incluindo:
gerar possibilidades;
fazer escolhas;
criar expectativas (para si e para os outros);
comunicar claramente;
gerenciar tempo;
aprender com erros passados;
resolver problemas;
melhorar relacionamentos pessoais e profissionais;
equilibrar a vida pessoal e profissional. Encontros:A metodologia envolve reuniões periódicas, semanais ou quinzenais, por um período pré-estabelecido, e desenvolve a criação de ações práticas e desafiadoras, gerando uma progressividade em direção as metas estabelecidas.Coach: Gilberto Villarinho e Deisi Nara Bierende
Tipos de CoachingCoaching ExecutivoAuxilia os executivos a desenvolver as habilidades que produzem resultados para a empresa e modificar os comportamentos que reduzam sua efetividade. O coaching executivo guia o coachee a ter alta performance, facilitando o seu desenvolvimento profissional e treina as competências complementares ao seu desenvolvimento para que ele tenha acesso à sua capacidade total quando as situações forem mais exigentes. O objetivo é a expansão da personalidade do profissional, para que este tenha um maior leque de escolhas de comportamentos para cada situação, saindo da síndrome do “eu sou assim mesmo, só sei reagir assim”. Ideal para quem deseja aperfeiçoar sua performance na carreira, traçando plano de ação para uma ascensão profissional ou a potencialização de habilidades e competências importantes, como liderança, capacidade de tomar decisões, assertividade, planejamento, administração do tempo, relacionamento com equipes difíceis, entre outras.Coaching de vidaDirecionado para as competências em outras áreas além da profissional. Normalmente, são construídos Projetos de Vida para as áreas: financeira; desenvolvimento pessoal; relacionamento conjugal; relacionamento com filhos; saúde; lazer, emocional, espiritual, entre outros. O Coaching de Vida revigora o indivíduo, que passa a ter uma atitude mais pró-ativa. Ideal para quem deseja rever suas atuais estratégias de vida e gostaria de mais motivação, segurança e direcionamento. Coaching EsportivoIdeal para que equipes e atletas possam aumentar seu rendimento nas competições. Esse trabalho pode ser feito individualmente ou com grupos e visa desenvolver técnicas para aumento da concentração, foco, equilíbrio emocional, capacidade de lidar com as adversidades, formas para melhorar o desempenho físico e técnico, entre outras. Essa modalidade de Coaching é amplamente utilizada nos EUA e na Europa.Coaching para VendasTem por objetivo expandir competências para maximizar resultados nas vendas, desenvolver o poder de argumentação nas negociações, gerenciar de forma efetiva o tempo e colocar foco na performance. Esse trabalho pode ser feito individual ou com grupos. Ideal para Consultores de Venda, Representantes Comerciais, Telemarketing, Vendas Internas e demais pessoas ligadas à área.

INSTITUTO ZELIA VILLARINHO

Chega de sofrer com cólicas!

Chega de sofrer com cólicas!

Qual a relação entre menstruação, síndrome pré-menstrual e esporte? A prática de exercício físico moderado diminui as cólicas menstruais, além de aumentar a massa muscular, a capacidade respiratória e a flexibilidade.Também há maior liberação de beta-endorfina, substância semelhante à morfina que proporciona imensa sensação de prazer e de bem-estar. Conseqüentemente, acontece o alívio das dores pélvicas. A atividade física seria até um preventivo do câncer de mama. Uma das possíveis explicações é que o exercício estimularia a produção de natural “killers” (matadores) - células que protegem o organismo. Não se sabe o mecanismo exato que faz com que isso aconteça. Mas é uma constatação mundial, principalmente nos casos de mulheres que têm predisposição a desenvolver esse tipo de tumor. Muita atividade física, pouca menstruação. Mas, como diz a regra, tudo que é demasiado faz mal. E malhar em excesso traz sérios riscos à saúde feminina. Passar do limite provoca o que costumamos chamar de tríade feminina: amenorréia-osteoporose-anorexia. Um dos problemas mais sérios é a amenorréia - a mulher pára de menstruar. Muito exercício provoca a fabricação excessiva de beta-endorfina e desequilibra o ciclo menstrual. Essa substância mexe com o hipotálamo, que vai desregular a glândula hipófise. No final dessa cadeia, quem sofre são os ovários.Eles param de produzir o hormônio estrógeno, que faria a mulher sangrar. Osteoporose é outro efeito colateral do exagero. Muitas vezes, a mulher não fica incomodada com esse transtorno. A sensação de bem-estar é tão grande com a beta-endorfina que a atleta nem liga para a falta de menstruação. E, se não tratada no início, a amenorréia pode levar ao desenvolvimento de osteoporose, aumentando os casos de fraturas. É que os ossos femininos dependem do estrógeno para permanecerem fortes. Com a queda do hormônio, enfraquecem. Esse quadro é detectado em atletas e em bailarinas, que treinam exaustivamente. E pode se agravar ainda mais quando a alimentação é deficiente. É comum também, em casos mais graves de obsessão pelo esporte e pela forma física, o aparecimento de anorexia nervosa - distúrbio alimentar que faz a pessoa não comer e se achar sempre acima do peso. O ideal é fazer esporte com moderação. Malhar de três a quatro vezes por semana, durante uma hora, é a atitude mais conveniente.A medida certa de exercício é aquela em que a pessoa sai da aula ou do treinamento e consegue falar o nome e o sobrenome sem perder o fôlego ou ficar com falta de ar, para se ter um exemplo. Rendimento cai no período pré-menstrual. Uma desvantagem para a mulher é a queda no desempenho esportivo no período pré-menstrual. Nessa fase, o aumento da progesterona faz a mulher reter mais líquido, ficar com os ligamentos e os músculos inchados e, portanto, com o corpo mais pesado. Isso dificulta a flexibilidade e os movimentos e torna as reações físicas mais lentas. Tanto é que, em grandes competições, uma estratégia para manter o rendimento é alterar o ciclo menstrual por meio de anticoncepcionais em dosagens específicas. Com isso, é possível manter as oscilações hormonais sob controle.Fonte: BemStar